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December 4, 2017

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Inteligência Positiva: na Vida e nas Empresas

Algo não deu certo na sua vida? Você acha que é um fracasso? Por causa de uma pessoa ou de uma situação que aconteceu lá atrás, isso atrapalha a sua vida até hoje? Você não consegue ver saída para alguma situação? Você se julga uma pessoa triste e acha que tudo dá errado? E se eu disser que isso acontece porque você quer assim? De todas as formas de se olhar para a vida, podemos dizer que em algumas nos enxergamos capazes, batalhando por algo acreditando que tudo vai dar certo; em outras desconfiamos de nossa capacidade imaginando o pior do que poderia acontecer. Você escolhe. Todos os dias. E a sua escolha se concretiza!

 

 

Durante muito tempo vivemos nossas vidas como se não tivéssemos controle sobre ela. E isso é engraçado. De fato muitas coisas não temos mesmo controle. Como por exemplo. Não controlamos se nascemos ricos ou pobres. Não controlamos se seríamos acometidos por alguma enfermidade que de repente surge. Não controlamos se após apostarmos todas as fichas numa relação, seja de trabalho seja de amor, de repente a outra parte nos dispensa. Sabemos que esses acontecimentos impactam em como vemos a nossa vida. Mas preste atenção: não temos o controle do que a vida vai fazer conosco, mas temos sempre o controle do que nós vamos fazer com a nossa vida!

 

Muitos estudos estão tentando entender o que nos faz verdadeiramente felizes. E alguns desses estudos já estão bem avançados nos trazendo surpreendentes descobertas. A primeira é que existe sim um componente genético, isso não dá para negar. Sabe aquela cena que você vê, que parece que uma família inteira é negativa? Ou que todo mundo ali tem mais ou menos o mesmo jeito de pensar e enxergar a vida? Isso é verdade. Tanto bom quanto ruim. As pesquisas mostram que pelo menos 50% da forma como enxergamos a felicidade é hereditário. Então se você nasceu numa família que parece que todos têm uma leve tendência ao pessimismo ou a puxar sempre para baixo, foque nos seus outros 50%! E não culpe ninguém! Pois eles só estão se deixando levar pelo outro lado, incentive-os você sendo a mudança que eles precisariam enxergar. Quem sabe você não trará a mudança de visão a sua família? 

 

Sabe aquela outra crença que diz que dinheiro traz felicidade? Bem, até certo ponto. As pesquisas mostram que uma vez supridas as necessidades humanas básicas, que são comida, bebida, moradia, segurança, uma vida minimamente digna, tudo o que vier a partir disso é dispensável em relação à felicidade. Então você não precisa daquele carro importado, nem viver no bairro A com o emprego x naquela remuneração y; preocupe-se em ter o suficiente para viver e o resto será uma mera consequência do teu trabalho. 

 

As pesquisas sobre felicidade, sobre psicologia positiva, sobre viver uma vida plena estão chegando às seguintes conclusões: em torno de 50% vem de fábrica, é genética; dentro de até 15% estariam os fatos e os acontecimentos do decorrer de sua vida (casamento, filhos, mortes, saúde, dinheiro, desemprego, trabalho etc) ou seja aquilo que 'não temos tanto' controle pois “é o que a vida faz conosco”. E os 35% restantes? - você deve estar se perguntando. É a sua opção. É justamente aí que você vai trabalhar! Pois é aí que entra a mágica do negócio. “É o que nós fazemos com a nossa vida.” Os pesquisadores têm percebido que nesse percentual entrariam a forma como interpretamos o que nos acontece; a forma como lidamos ou reagimos a esses acontecimentos; e a cereja principal desse bolo: se a nossa existência estaria ou não pautada num propósito maior! Você já se perguntou qual é o seu propósito nessa vida? O que faz o seu coração bater mais forte, o que você ama tanto, busca tanto nessa vida? Algo que você seria capaz de fazer de graça se fosse preciso. Essa é a chave da sua felicidade! Quem vive alicerçando sua vida na busca por um propósito maior vive mais feliz, vive plenamente.

 

Vamos trazer agora para as organizações. Quantas vezes o profissional de RH se depara com uma reclamação de um trabalhador sobre desconto em seu contracheque? Ele está recebendo ali horas extras, prêmio, abono, salário e a empresa lhe concede benefícios – sem falar que ele está empregado apesar de muitos não –, mas o colaborador foca no contracheque apenas naqueles minutos descontados de seus atrasos ou do desconto referente a INSS! Ele perde a noção de tudo que está recebendo e foca justamente naquilo que está sendo descontado. Quantas vezes um gestor se depara com uma reclamação de desmotivação de colaborador que não está satisfeito com algo? Esse colaborador pode ter inúmeras regalias e benesses no setor de trabalho (e muitas vezes tem mesmo), mas no dia em que ele resolve acordar e vir trabalhar com o pé esquerdo e seu gestor chamar sua atenção ou lhe aplicar uma advertência, ele passará a acreditar que ali é o pior local do mundo para se trabalhar! Ele perde a noção de tudo de bom que existe ali e foca apenas na situação que considerou negativa. Parece engraçado, mas isso acontece e se essa situação não for trabalhada, ele sai da empresa – ou fará de tudo para sair! Porque está dimensionando uma situação isolada para pior. E esse é o papel da Psicologia Positiva enquanto Psicologia Organizacional. Mostrar o todo! Trazer o outro lado da moeda e fazer o colaborador refletir a situação. Cabe à empresa e aos líderes focarem no positivo dos colaboradores e demostrarem sempre o que há de bom; no que ele é melhor, quais são as suas forças e virtudes e o que ele ganha com isso. Porque no fim vamos combinar que quem procura acha. Se você procura defeitos no seu colaborador, no seu gestor, no seu trabalho, na sua empresa, você encontra. Se você procura as qualidades, as características positivas e resolve focar no que está certo, no que está bom e melhor, você enxerga diferente também. A questão é: onde você quer focar? 

 

Durante muito tempo se focou, não só nos trabalhadores nas organizações, como nas pessoas de um modo geral, nos erros do indivíduo, nas suas falhas de comportamento. A Psicologia historicamente fez isso. Acreditar que um indivíduo saudável é aquele ausente de doença mental, ausente de sintoma. Todavia, podemos nos julgar SERMOS saudáveis, independentemente de ESTARMOS com alguma doença. A doença é transitória, é um estado, já a saúde é muito mais do que isso, é uma orientação, é uma escolha. O questão é polêmica, é subjetiva, mas se trata justamente de onde a Psicologia coloca o enfoque. Jamais se negar um tratamento pois problemas precisam ser tratados, precisam ser encarados e precisam sim de atenção – com profissionais adequados –, mas a vida é muito mais do que os problemas. Problemas vem e vão, mas o que nós fazemos com eles, o que nós fazemos a partir deles faz toda a diferença na nossa vida. É aquela velha história: não se chora sobre leite derramado. Uma vez que o leite já derramou não adianta reclamar – não se muda passado! A questão é: o que você vai fazer, daqui para frente, para mudar o rumo dessa história? Que comportamentos precisa mudar, que atitudes precisa tomar, de que forma precisa enxergar essa situação, para que daqui para frente ela seja diferente? Seja na vida ou nas organizações.

 

Pautar a nossa vida ou uma gestão empresarial em cima de erros ou de falhas não dá certo. Não resolve. Precisamos focar na satisfação, no engajamento, nos relacionamentos e em propósito de vida!

 

Depoimento publicado em 10/02/2018 pelo aluno do curso de MBA em Gestão Estratégica de Pessoas, Liderança e Coaching da Práxis Educacional, Jonas Souza, originalmente em seu Blog pessoal que pode ser acessado neste link: https://goo.gl/nwRM3i. A reprodução do texto e a divulgação de sua imagem foram autorizadas pelo autor.

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